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sábado, 8 de setembro de 2012

Naipes, orquestras e quartetos

Foto: Beto Figueiroa/O Santo

Não faltaram oportunidades, hoje na MIMO, para os fãs de música clássica que esperavam repertório de primeira. Logo pela manhã, os alunos das oficinas de instrumentos da Etapa Educativa executaram, no Teatro de Santa Isabel, obras de Gustav Holst (Suíte St. Paul, para cordas), Villa-Lobos (três movimentos do Quarteto de cordas n° 1), Ernst Mahle (Divertimento hexatonal para cordas), Emil Hartmann (Serenata op. 43, para sopros) e Edino Krieger.

De Krieger, foram tocadas a Suíte para cordas, a Serenata a cinco (para quinteto de sopros), Embalos (idem) e a Fanfarra concertante (sobre motivos do Hino Nacional Brasileiro) (para metais).

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O compositor residente da MIMO 2012 também compareceu ao concerto de encerramento da sexta edição do Curso de Regência comandado pelo maestro Isaac Karabtchevsky, que lembrou a relevância da continuidade dessa iniciativa pelo festival: "O número de orquestras no Brasil já é pequeno e são poucos os regentes no país que são oportunidades aos jovens. Eu mesmo enfrentei isso no início de minha carreira em São Paulo"

Os alunos do curso selecionados para conduzir a Sinfônica de Barra Mansa - cujo empenho de seus integrantes foi reconhecido por Karabtchevsky, Edino Krieger e pelo público ao longo do concerto - foram os seguintes:

1. Abertura de "A flauta mágica"
- Daniel Nery (SE)

2. Sinfonia Eroica
- Antonio Henrique Seixas (RJ)
- José Renato Accioly (PE)
- Juliano Aniceto (RJ)
- Leonardo David (ES)

3. Terra Brasilis - III. O encontro
- Alfredo Barros (CE)

4. O pássaro de fogo - suíte
- João Carlos Rocha (SP)
- Ubiratã Rodrigues (RJ)
- Jorge Luis Uzcátegui (Venezuela)

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Já na Basílica do Carmo, o Quarteto Borromeo realizou um concerto intimista e que não despertou nenhum fato alheio à execução musical que proporcionaram. Tudo estava contido ali, nas partituras que - fato inédito na história da MIMO, diga-se - podiam ser acompanhadas pelo público por uma projeção em tela. Vale a acrescentar que as partituras eram originais: o terceiro quarteto Razumovsky podia ser visto como deixado pelos garranchos traçados por Beethoven.

O repertório do Borromeo em João Pessoa e no Recife deu-se como anunciado pelo Estado de São Paulo:

"Começa com três animações de Nick emoldurando arranjo da famosa fuga para órgão de Bach BWV 552, o Vivace do quarteto opus 135 de Beethoven e Santa Claus is Comin to Town, música de Coots e Gillespie arranjada por Nick a partir da versão do pianista de jazz Bill Evans. Em seguida, a estreia sul-americana do quarteto Love Notes to Napa, de Daniel Brewbaker, compositor norte-americano de 61 anos, com projeção de partituras; e o terceiro dos quartetos Razumovsky, opus 59, de Beethoven, com projeção do manuscrito".

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Clássicos e modernos na tarde deste sábado

Às 17h deste sábado, no Teatro de Santa Isabel, Centro do Recife, os alunos selecionados na sexta edição do Curso de Regência irão dirigir a Sinfônica de Barra Mansa no concerto de encerramento das aulas que tiveram com o maestro Isaac Karabtchevsky ao longo da semana.

O repertório terá quatro peças, cuja sequência coincide com a ordem cronológica em que foram escritas:

1. A abertura da ópera A flauta mágica, de Mozart (1791)
2. A Sinfonia n° 3 "Heroica", de Beethoven (1803)
3. A suíte do balé O pássaro de fogo, de Stravinski (1910 - estreia do balé completo)
4. Terra Brasilis, do compositor residente da MIMO 2012, Edino Krieger (1999)

Como as três primeiras peças são bastante conhecidas do público de música clássica, confira aqui o primeiro movimento de Terra Brasilis, que será ouvida pela primeira vez em Pernambuco:

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Cinco orquestras em dois dias

Os fãs de música orquestral no Grande Recife testemunharam um final de semana sem precedentes proporcionado pela MIMO 2011, onde [possivelmente pela primeira vez no Estado] cinco orquestras - sinfônicas e de câmara - apresentaram-se em um espaço de apenas um dia e meio e trouxeram um amplo repertório, que abarcou de Haydn a Laurindo de Almeida, passando por Darius Milhaud e Rossini. Confira aqui um breve resumo dos concertos.

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A Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa apresentou-se em Olinda no sábado (10) às 11 da manhã, na Igreja da Sé, com obras de José Alberto Kaplan (Abertura festiva, um releitura de El Salon Mexico de Aaron Copland em que temas nordestinos são trabalhados dentro da estrutura formal da peça do norte-americano), Villa-Lobos (Fantasia para sax alto e orquestra de câmara, tendo como solista o professor Arimateia Veríssimo e que substituiu o inicialmente divulgado Concertino para violino e orquestra de Clóvis Pereira) e Darius Milhaud (suíte Saudades do Brasil, inspirada em bairros e ruas cariocas).

O maestro Carlos Anísio pediu licença de forma bem humorada, "Músico não sabe como começar a falar e quando parar de falar", para fazer as preleções das obras e orientou o público em particular informando os movimentos da peça do compositor francês, que teve contato com Villa-Lobos e a música popular carioca durante a Primeira Guerra Mundial, quando trabalhou como adido diplomático no Brasil.

OCCJP e o maestro Carlos Anísio. Foto: Renato Spencer - Ateliê Santo Lima

Às 16h, na Igreja do Monte, o concerto não foi propriamente o de uma orquestra sinfônica, mas de seus naipes separados. No fechamento oficial das oficinas de instrumentos da Etapa Educativa da MIMO 2011, os alunos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, madeiras e metais apresentaram-se nesta ordem, sob a respectiva regência de Marco César, Nayran Pessanha, Elione Medeiros e João Luiz Areias. Os alunos de metais brindaram o público com obras além do programa divulgado, e o violonista Guilherme Calzavara atuou como solista do Concerto para violão n° 1 de Laurindo de Almeida, ainda no início.

Sempre com a respeitosa atenção das irmãs beneditinas na primeira fila, estava também presente na Igreja do Monte o compositor mineiro radicado na Paraíba J. Orlando Alves, cujo stravinskiano Concerto breve para sopros foi tocado pela segunda vez na MIMO (a primeira, em 2007). Ao lado de Orlando, o  compositor pessoense Marcílio Onofre, um dos mais premiados do país em sua geração.

Prof. Marco César regendo os alunos da oficina de cordas dedilhadas. Foto: Beto Figueiroa - Santo Lima

No Recife, a Orquestra de Câmara de Toulouse tocou às 18h30 na Basílica do Carmo (cuja iluminação preparada pela MIMO enfatizou de forma primorosa o altar-mor do templo) e conseguiu compenetração extrema do público durante as peças de Mozart, Chostakóvitch e Britten.

O estudante de música Lucas de Moura, que estava presente, falou para o Blog da MIMO sobre o desempenho da orquestra e as apresentações da MIMO 2011 que tem acompanhado: "Eu vim pela expectativa de ver uma orquestra de câmara com nível europeu e pelo repertório: [os músicos franceses] são excelentes. Fui antes ao concerto de Ballaké Sissoko e Vincent Segal, de Arthur Verocai, cujos arranjos são muito legais, e de Alex Tassel, e peguei parte do de Arrigo Barnabé".

Foto: Renato Spencer - Ateliê Santo Lima

Na manhã do domingo, a Igreja da Sé lotou novamente, desta vez para o concerto de encerramento do Curso de Regência da MIMO 2011, ministrado por Isaac Karabtchevsky. Mais detalhes, nesta reportagem do Bom Dia Pernambuco.

Preleção de Isaac Karabtchevsky. Foto: Renato Spencer - Ateliê Santo Lima

E, para encerrar a maratona orquestral, a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte fez lotar a Igreja da Madre de Deus no início da noite do domingo, no Recife Antigo. Para além do destaque dado ao jovem violoncelista Diego Paixão, solista no primeiro Concerto de Haydn, e da Suíte Vila Rica de Camargo Guarnieri, cujo Baião final rendeu o bis, o público entusiasmou-se realmente com Brasil Amazônico, de Dimitri Cervo. Abaixo você vê a íntegra da execução da peça, que rendeu muitos cumprimentos ao compositor após a apresentação. 

 

domingo, 5 de setembro de 2010

Flautista de Barra Mansa executa o solo do Intermezzo da Suíte Carmen n°1 nos jardins do Santa Isabel


Confira a execução da obra (Vídeo realizado pelo Blog da Mimo)

ORQUESTRA RESIDENTE
Músico fluminense é símbolo do poder de transformação social da música

Aos sete anos, Rômulo Barbosa, conheceu a música. Participante de um projeto social na própria escola pública onde era aluno, em Volta Redonda (a 127 km do Rio de Janeiro), ele percebeu nessas aulas, que tinha dom e podia a partir da música transformar sua realidade.

Passado quinze anos, o hoje flautista integrante da orquestra residente na MIMO 2010, a Sinfônica de Barra Mansa, (cidade a apenas 30 minutos de Volta Redonda), já pode se considerar uma assumidade na flauta transversa. Mas toda a técnica com esse instrumento vem de um estudo aprofundado de cinco anos com o nosso já conhecido pífano. É daí que ele justifica o seu amor e admiração pelo Nordeste. "Em Olinda e Recife me encantam as praias, as feirinhas de artesanato e a vasta cultura da região", afirma de forma contida, mas amistosa.

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Alessandra Leão comenta sobre etapa educativa da MIMO


Cantora comenta sobre a MIMO (Vídeo realizado pelo Blog da Mimo)

AVALIAÇÃO
Há quatro anos percussionista participa de curso com Karabtchevsky

A cantora e compositora pernambucana Alessandra Leão é uma expert em MIMO. Ela acompanha desde da primeira edição em 2004, e há quatro anos participa do curso de regência comandado pelo reconhecido maestro brasileiro Isaac Karabtchevsky. "O grande mérito da MIMO é realmente essa Etapa Educativa", afirma.

Segundo ela, o destaque na formação de músicos locais fortalece ainda mais a mostra, que possui importância única para os pernambucanos. "É com a MIMO que atrações inimagináveis, ausentes durante a maior parte do ano chegam a Olinda e Recife", diz. Ela finaliza com a alegria de perceber que a mescla entre o erudito e o popular é cada vez mais real nas apresentações proposta pela programação da MIMO.

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Alunos de música fazem curso de regência no Santa Isabel


Imagens dos ensaios em 04/09/10 (Vídeo realizado pelo Blog da Mimo)

ETAPA EDUCATIVA
Oportunidade rara

Não podia haver chance melhor para praticar Música. A estrutura é de sinfônica, a regência fica a cargo de um célebre maestro e o espaço é admirável: o tradicional Teatro Santa Isabel, localizado no centro do Recife. Sorte, então, aos 15 alunos selecionados para participar do Curso de Regência orientado por Isaac Karabtchevsky, destacado maestro da Orquestra de Porto Alegre.

Além do suporte da batuta de Karabtchevsky, os participantes se misturam aos mais de 70 componentes da Sinfônica de Barra Mansa, do Rio de Janeiro, selecionada pelo MIMO como orquestra residente (o grupo central que dá o suporte às apresentações).

O curso iniciado no último dia 1º (estende-se até esta segunda), está concentrado em formais e técnicos ensaios de Adágio para Cordas op.11 (Barber), Sinfonia nº 8 (Schubert) e Sinfonia nº 1 (Beethoven). Ao final, vai selecionar oito executantes para pegar na batuta e comandar um concerto.


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Peçam bis porque tem bis

Para o concerto de encerramento do Curso de Regência, às 11h30 na Sé, dez alunos foram selecionados. Eles irão reger o Prelúdio da Bachianas Brasileiras n° 4, o Concerto n° 5 "Imperador" de Beethoven, em três movimentos, e a Quarta de Schumann, em quatro movimentos. Mas vejam que são dez alunos, listados abaixo, para um total de oito movimentos.

1. Antônio Henrique Seixas de Oliveira
2. Ciro José Tabet
3. Henrique Villas Boas de Alencar
4. Marcos Antônio Silva Santos
5. César Timóteo dos Santos
6. Eder Paulozzi Nunes
7. Leandro Schaefer
8. Alexei Nokonov
9. Laércio Sinhorelli Diniz
10. Flávio Fernandes de Lima

É que tem a Abertura de Carmen e o Miudinho da quarta Bachianas. Mas só se vocês pedirem bis.

A batuta mortal


Foto: Divulgação

Pra terminar de falar de Isaac Karabtchevsky, apenas deixo por extenso a historinha que ele contou sobre o cajado de Jean Baptiste Lully - arquiconhecida (para usar uma palavra típica do filósofo Olavo de Carvalho) de maestros, compositores e amantes da música clássica.

A batuta surgiu apenas no início do século XIX. Antes, os regentes usavam as mãos, o arco do violino (quando o spalla orientava o grupo) ou, mais antigamente, um cajado - com o qual marcavam o compasso batendo-o no chão.

Desde que Lully (o mais representativo compositor barroco francês) morreu de gangrena, uma semana após acertar seu próprio pé com o cajado, acidentalmente, seu finale tragicômico tem sido usado como história pitoresca - ou como alegoria do autoritarismo a ser evitado pelos regentes, já que o compositor (membro da Corte de Luís XIV, o Rei Sol) era irritadiço e caprichoso.

Pedagogia com simpatia

Foto: Marcelo Lyra

Além do maestro Isaac Karabtchevsky, outra grande simpatia das atrações de música clássica da Mimo 2009 foi a [bela e] promissora pianista Joana Boechat, que, sempre sorrindo, falou sobre cada uma das peças do repertório e dos não aplausos entre movimentos.

Fogos para a Mimo, afagos para a Sinfônica

Como Laura pontuou, alguns posts atrás, Isaac Karabtchevsky estava muito simpático, ontem, no concerto com a Sinfônica do Recife na Basílica do Carmo.

Acrescento: nunca presenciei, até o momento, uma preleção de concerto tão rica para o público quanto aquela. Numa empatia sem igual com a plateia, o maestro correspondeu aos aplausos de pé em sua entrada - manifestação a qual, acredito, somente Cussy de Almeida recebeu nos últimos tempos* - e dispensou a maior parte do tempo ao inusitado happening.

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Toda vez que era interrompido pelos fogos de artifício de uma procissão que circulava pelos Bairros de Santo Antônio e São José, Karabtchevsky dizia que eles eram pra comemorar o sucesso da Mimo, pois coincidiu duas ou três vezes de espoucar quando ele falava no nome da Mostra.

Antes de sua informal aula de condução orquestral, o maestro também ressaltou a satisfação de vir ao Brasil ministrar seu Curso de Regência na Mimo, "num país que tem somente 11 orquestras sinfônicas", e levantou o moral da Sinfônica do Recife, diante do Secretário de Cultura da cidade, Renato L: "Digo aos políticos e ao público que zelem pela sua orquestra".

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* Pelo trabalho com a Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque, que se apresentou na Mimo 2008 com o Duo Milewski.

domingo, 6 de setembro de 2009

Eu faço a Mimo

O maestro da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, Guilherme Bernstein, esteve presente no concerto da Orquestra Sinfônica do Recife e falou para o nosso blog:

"A apresentação de hoje foi linda, linda mesmo. Quanto a nossa participação na Mimo, foi o seguinte: no ano passado, alguns músicos da nossa orquestra vieram participar das oficinas da mostra e aí nós já ficamos com vontade de voltar. Então no início deste ano, nossos músicos tiveram a oportunidade de serem regidos por Isaac Karabtchevsky, que se empolgou e nos convidou para tocar na Mimo deste ano. É um trabalho difícil, pois trata-se de uma orquestra jovem, composta de alunos. Mas ninguém recusa um convite de Karabtchevsky! (...) A Mimo, além de ser uma vitrine para apresentar nosso trabalho a um público tão grande e diverso, tem um projeto educacional intenso. Nós da Orquestra Barra Mansa somos parte de um projeto educacional que é distribuído durante o ano inteiro, mas precisamos de experiências assim, de uma semana de atvidades concentradas para aprender e trocar experiências."

"Quem se candidata a reger?"

Já podemos perceber que os shows e concertos da Mimo são bastante dinâmicos e que, de vez em quando, alguém faz algo diferente. Na tarde de hoje, o maestro Isaac Karabtchevsky deu um exemplo de espontaneidade e simpatia: a apresentação dele com a Orquestra Sinfônica do Recife contou com uma pequena "aula de regência". O maestro mostrou para a plateia como os músicos das orquestras respondem aos movimentos da batuta de um maestro. "É uma comunicação que funciona quase que por telepatia", brincou.

O público foi convidado para participar da "aula", cantando em coro notas graves e agudas. Além disso, o professor contou a história da utilização da batuta na regência das orquestras.

"Quem se candidata a reger? Aluno meu não vale. Quem nunca pegou numa batuta?", perguntou o maestro. Duas mulheres se voluntariaram e, com a ajuda de Karabtchevsky regeram os músicos na Abertura da ópera Carmen.

Eu faço a Mimo

“A apresentação foi um sucesso e a participação do público foi fundamental para esse êxito. Concertos assim são muito bons para que a gente tenha consciência do quanto o público dessa região do País é receptivo. Isso mostra que eventos como este devem ser realizados mais amiúde. [A Mimo] é uma luz que irradia criatividade no Nordeste brasileiro.”

Maestro Isaac Karabtchevsky, que regeu a Orquestra Sinfônica do Recife na tarde de hoje, na Basílica do Carmo.

Basílica do Carmo lotada


Diante de uma Basílica da Carmo lotada, a Orquestra Sinfônica do Recife realizou concerto regida pelo maestro Isaac Karabtchevsky, referência em regência no País.
Por causa da missa que seria realizada no local, a orquestra teve que respeitar o horário previsto, deixando de tocar duas obras previstas no programa. Em compensação, a Suíte nº 1 da ópera Carmen, fez o público aplaudir de pé o conjunto. "[Carmen] é uma das obras mais bonitas da literatura", defendeu o maestro antes de começar a reger.
Em seguida, a plateia, que por sinal tinha muitas crianças, pôde escutar a um dos movimentos da Sinfonia "Italiana" de Mendelsohn. "Para alegrar a noite de vocês, vou tocar essa sinfonia que está no meu coração", disse Karabtchevsky.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Saudações a Maestro Duda e Isaac Karabtchevsky


Foto: Beto Figueiroa

Na abertura da Mimo, o prefeito de Olinda, Renildo Calheiros (na foto, com Lu Araújo), reforçou os cumprimentos a Maestro Duda, compositor residente da Mostra, e fez menção especial ao maestro Isaac Karabtchevsky.