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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Dica da Mimo


Foto: Divulgação

O Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC), conhecido por incluir em seu acervo obras de Portinari e Tarsila do Amaral, conta com três exposições abertas ao público, todas em comemoração aos 27 anos de existência do espaço. A primeira, que ocorre dentro da programação do ano da Itália no Brasil, é a coletiva "Altri Confini - Outros Confins", com obras de artistas italianos da Associazone Culturale "Terre Incognite". A segunda é a "Luzes da Ribalta", continuação do projeto "MAC de Fotografia", cujo foco é lançar todos os anos fotógrafos amadores para o mercado. Já a terceira exposição realiza uma retrospectiva da produção do artista plástico J. de Moura. O MAC fica na rua 13 de Maio, nº 157, próximo à Prefeitura de Olinda. Funciona das 9h às 17h de segunda a sábado. Aos domingos, abre às 13h e fecha às 17h. Entrada gratuita.

Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco
Rua 13 de Maio, 157, Varadouro, Olinda
(81) 3184.3153

Dica da Mimo

Crédito: Juniani Marzani

A turma do vinil encontra no Xinxim da Baiana um acervo com cerca de 600 discos que marcaram a história da música brasileira. O freguês pode ainda levar seu LP debaixo do braço para tocar na radiola. Como o próprio nome sugere, o espaço, localizado na entrada da cidade alta de Olinda, é também um reduto de iguarias típicas da culinária baiana, como o acarajé e o xinxim de galinha. Movimentam a programação o projeto Curta no Xinxim, os shows de forró e os encontros de afoxé.

O Xinxim da Baiana fica aberto das 18h às 2h, de terça a domingo.

Xinxim da Baiana
Av. Sigismundo Gonçalves, 742 - Praça do Carmo
(81) 8634.3330

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Mistério bachiano

Envolta em uma nuvem de mistério, A Arte da Fuga, de Johann Sebastian Bach, desperta curiosidade dos estudiosos e amantes da música erudita desde a sua criação. Com uma sequência inacabada de 14 fugas e 4 cânones, muitas questões são levantadas a respeito da composição. Para qual instrumento teria sido composta a obra? Alguns acreditam que seria para teclado (órgão e cravo eram os preferidos de Bach). Seria a soma das letras que formam o nome do compositor, segunda a notação alemã, uma referência exata à quantidade de fugas da peça (B+A+C+H = 2+1+3+8 = 14), ou mera coincidência? Estes questionamentos não têm resposta definitiva, mas uma coisa é certa: A Arte da Fuga é, sem dúvida, uma das maiores e mais complexas composições da música clássica ocidental e aponta para uma culminância do estilo polifônico na obra do compositor alemão.

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Ana Cecília Tavares e Marcelo Fagerlande se apresentam hoje, às 18:00, na Igreja da Misericórdia, em Olinda.